sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

As botas de Obama

These Boots Were Made For Walking


quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Entre o Governo e o Jornalismo e a política de redes sociais na RTP

It's A Climategate Christmas

Obama, guerra e paz

O discurso de Obama, na cerimónia de entrega do Nobel da Paz, tem partes excelentes, e nele se descobre um homem que, forçado pela realidade, teve de descer da estratosfera moral onde todos gostamos de flanar.
Impossibilitado, porque tem responsabilidades políticas e a política é sempre a arte do possível, de olhar o mundo tal como gostaria que fosse, vê-se obrigado a enfrentá-lo tal como ele é.

É por isso que, não desistindo todavia de descrever as coisas como gostaria que fossem, tributo retórico que o vício tem sempre de pagar à virtude, estas ideias são as que verdadeiramente contam no terreno onde nos movemos e na realidade que é a do nosso tempo e das nossas vidas:

1-Não trago aqui hoje a solução definitiva para os problemas da guerra.

2-Temos de compreender a dura verdade de que não iremos erradicar os conflitos violentos no nosso tempo de vida. Haverá momentos em que as nações entenderão o uso da força, não apenas necessário, mas moralmente justificado.

3-Como chefe de estado obrigado a proteger e a defender a minha nação, não posso ser apenas guiado pelos seus exemplos (de Gandhi e de Luther King). Eu encaro o mundo como ele é.

4-Que não haja dúvidas: o Mal existe no mundo. Um movimento pacifista não seria capaz de travar os exércitos de Hitler. As negociações não podem convencer os lideres da Al-Qaeda a baixarem as armas.

Dizer que a força é por vezes necessária não é cinismo- é o reconhecimento da história, das imperfeições do homem e dos limites da razão.


5-Sim, os instrumentos da guerra têm um papel a desempenhar na preservação da paz.


6-A guerra é por vezes necessária e é, de algum modo, uma expressão das emoções humanas.


7-Eu, como qualquer outro chefe de estado, reservo-me o direito de agir unilateralmente se tal for necessário para defender a minha nação.


8-A crença de que a paz é desejável, raramente é suficiente para a obter.



Isto é o que conta.

O resto também é importante, mas não é novidade.

De resto, o Pacto Kellog-Briand, que abolia a guerra, é de 1928, continha a habitual retórica estratosférica e foi assinado por todas as nações que,11 anos depois, travaram entre si a mais mortífera guerra da História.

quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

O atascado Obama

Não me ocorre dirigente político de peso que tenha conseguido atascar-se tanto nas suas próprias palavras e naquilo que ‘os seus’ vêm nele que Obama.

O pacífico recebe o prémio Nobel da Paz e entre o anúncio da coisa e o receber o prémio, decide (depois de meses de dura meditação, certamente) o envio de 30.000 homens para a guerra*.

Espera-se com a máxima expectativa a ida de Obama a Copenhaga. A cimeira está, entretanto, transformada numa ETAR.

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* Deve ser esta, finalmente, 'a' guerra justa.

The 12 Days Of Global Warming



RTP, o canal propaganda

Uma qualquer luminária da RTP, aparentemente ao serviço da Greenpeace, fez uma reportagem (Telejornal das 20h) sobre o lançamento de um balão da estratosférica organização.

A imagem mostra o balão a ser enchido recorrendo ao mais comum método: enorme chama que enche o balão de ar quente substancialmente composto por CO2 (que resulta da queima).

Mas à luminária não bastou falar do balão. Teve que referir que o bojudo foi enchido com ... hélio.

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Roberta Flack

Killing Me Softly With His Song


Qimonda e propaganda aquecimentista na RTP

A RTP começou o Telejornal com o nosso magalhónico Primeiro Ministro a vender baterias.

Da última vez que o vi em semelhante propósito vendia células fotovoltaicas Qimonda.

Actualização:

Entretanto, aos 17 munutos de Telejornal, a RTP abordou Copenhaga. Pela propaganda habitual acabou a "peça" referindo que a última década tinha sido a mais quente de há 150 anos. Não fosse tratar-se de propaganda, teria dito que desde o início da tal 'década' que a temperatura vem baixando e que antes dos tais 150 anos a temperatura estava mais alta 2 a 3 graus.

O mundo gira, o mundo gira e na Tugalândia continua-se no limbo.

Campbell Brown e John Roberts com Chris Horner, Stephen McIntyre, Michael Oppenheimer na CNN.

Actualizado com o vídeo completo.

A malta do gang do IPCC é tão egocêntrica que afirma que os e-mails são e-mails pessoais. Falam de coisas com implicações sobre todos os habitantes do mundo mas ... são coisas pessoais. A não ser que subjacentemente se trate de coisas pessoais de todo a gente. Nessa altura ... ainda é pior.


Isto promete


The UN Copenhagen climate talks are in disarray today after developing countries reacted furiously to leaked documents that show world leaders will next week be asked to sign an agreement that hands more power to rich countries and sidelines the UN's role in all future climate change negotiations.
Aqui.

Mensagem que deixei na TSF


Caros amigos,

Fazendo uma busca no Google relativamente a três palavras, encontram-se os seguintes resultados:

Global warming - 11,000,000
Climate change - 23,600,000
Climategate - 32,100,000

Como é possível que nas buscas em tsf.pt não apareça uma única referência a Climategate?

Saberá a TSF que o mundo continua a rodar? Está a TSF igualmente dedicada à propaganda alarmista/aquecimentista?

http://fiel-inimigo.blogspot.com

Get out of my light bulb

Enquanto as nossas TVs, em particular a RTP, se entretêm difundindo quantidades maciças de propaganda alarmista e aquecimentista, o mundo, particularmente fora da velha Europa, continua a girar.

Parece que estamos num limbo idêntico ao do tempo de Salazar.

Aquecimento global

NASA: money talks

Um sulfuroso sobre outros dois sulfurosos

Václav Klaus sobre Ronald Reagan, Margaret Thatcher e outros.

HAFID BOUAZZA ACERCA DOS MINARETES…

Hafid Bouazza (1970), o autor deste artigo, é um escritor e ensaísta de origem marroquina que vive na Holanda desde os 7 anos de idade. Já publicou vários livros que foram premiados. Ao lado desta actividade traduz poesia e escreve peças de teatro. O link: http://loorschrijft.web-log.nl/verwondering_is_het_begin/2009/12/minaretten-als.html#more


A notícia é recente e as consequências são imprevisíveis, mas a reacção do mundo muçulmano já cá canta e é precisamente como se esperava. Estou a falar do resultado do referendo na Suíça contra a construção de mais minaretes; um pouco mais de metade votou a favor da proibição. Um resultado inesperado mas importante.

Como de costume, quando há algo de humorístico da parte do Islão, nunca é essa a intenção.

«Não somente esta proposta deve ser vista como um ataque à liberdade religiosa, mas também como uma tentativa de insulto à sensibilidade da comunidade muçulmana dentro e fora da Suíça», afirmou o influente grande mufti, xeque Ali Gomaa.

Pelos vistos o xeque Ali Gomaa é um grande defensor da liberdade religiosa. É bom sabermos. Os coptas e o bahais – que não têm qualquer tipo de protecção no Egipto – certamente que o têm em grande consideração.

E como organizações judaicas e cristãs na Suíça fizeram um apelo à população para votar contra a proibição, certamente que agora o Grande Mufti vai redobrar esforços em prol destas minorias. Não como uma questão de reciprocidade, coisa inexistente no Islão, mas por causa da pretensa similitude entre as religiões monoteístas que nos é constantemente, mas debalde, martelada. Esta bigorna já está cheia de moças…

Será que os muçulmanos vão sentir qualquer dificuldade na sua prática religiosa porque as futuras mesquitas não vão ter minaretes? Será que as preces só são ouvidas por Alá quando declamadas a partir de uma torre que pode rivalizar com a de Babel? Claro que não. Houve então receio (nem me atrevo a pensar nisso) que iria ser necessário arranjar outras torres bem altas para atirar sodomitas de cabeça para baixo?

Já me esquecia. Foram mais uma vez ofendidos os sentimentos da comunidade muçulmana.

Agora a sério.

Apesar da minha aversão a proibições em geral, mas desta vez não consegui reprimir uma certa alegria ao ouvir as notícias. Claro, trata-se de um acto simbólico: a nível prático não é colocado nenhum entrave ao Islão.

Uma proibição aos minaretes não é uma proibição a uma prática religiosa. Mas uma decisão simbólica deste tipo é importante, porque, deste maneira, é travado o avanço simbólico do Islão. Todos nós sabemos o valor que os muçulmanos dão ao aspecto exterior, à matéria, à pedra, ao véu, e também ao minarete.

Mas se não me engano e se bem reparei durante o último Ramadão na Tv, nos jornais e na internet, para os muçulmanos o importante é a espiritualidade do Islão, a experiência interior. E a este respeito o minarete nem adianta nem atrasa. Um minarete é um depoimento, que ele não seja apreciado por toda a gente é compreensível.

Quantas vezes não ouvimos, cada vez que uma nova mesquita ia ser construída, que esta iria ter o mais alto minarete da Europa? E porque razão? De onde vem esta compulsão para ‘o maior’? (Quem foi afinal que escreveu acerca dos minaretes que ‘eles se erguem como orgulhosos manguitos’)

Eu penso que se trata aqui de ênfase e triunfalismo. É um marco bem alto, uma vitória para a visibilidade do Islão. E tendo em conta os países onde vivem os financiadores isso não me parece estranho.

O que é que a mesquita faz em prol da sociedade? Eu já escrevi sobre isto: se as mesquitas, juntamente com as igrejas, acolhessem refugiados, dessem abrigo a desalojados, oferecessem refúgio a mulheres batidas, então toda a sociedade beneficiaria. Desta forma a mesquita seria funcionalmente integrada na comunidade. Um diálogo inter-religioso de vez em quando não é suficiente; é uma fantochada de boas intenções.

Tariq Ramadan disse que foi uma decisão ‘catastrófica’ (não faz a coisa por menos!) motivada pelo medo. Mas mesmo que assim fosse, não será esse medo legítimo? Todos os apologistas com melodiosas historietas sobre a universalidade do Islão, todos os disparates sobre a contextualização das partes obscuras do Corão (‘a coisa tem que ser vista no seu tempo’) não conseguiram, pelos vistos, dissipar o medo. E isso nada tem a ver com a chamada ‘islamofobia’ vigente, tem a ver que o povo suíço não quer ser mais uma vez ludibriado.

Podemos andar de ‘iftar’ em ‘iftar’ [primeira refeição que quebra o jejum do ramadão] e com a pança repleta e um sorriso de compreensão calçar de novo os sapatos à porta da mesquita; mas tudo isso não impede as pessoas de já terem compreendido que estas ocasiões não passam de folclore – e na pior das hipóteses trata-se de uma palhaçada. Não substitui a realidade do dia-a-dia.

Que não se trata de islamização é imediatamente contradito pela atitude das autoridades suíças, que receiam repercussões nos países islâmicos e o perigo de radicalização de jovens muçulmanos.

Estar refém da ‘susceptibilidade muçulmana’ é uma forma de islamização.

Contra isto é que o povo suíço votou. Não mais Islão visível. Quantas iniciativas de integração através de mesquitas já falharam na Holanda? Lembro-me da ‘Poldermoskee’ [Mesquita dos Polders – Amesterdão] (pouco pólder, muito deserto) e da Westermoskee [Mesquita Ocidental - Amesterdão].

E no lugar de mais uma iniciativa através de uma mesquita, com ou sem minarete, o melhor seria haver um período de ponderação. Porque o que a Europa (e até mesmo os muçulmanos) precisa não é mais Islão, mas precisamente menos, muito menos.

Don't use a hammer to crack a nut

Climate change confusion: You decide:



AIR CON: The Seriously Inconvenient Truth About Global Warming by Ian Wishart:


A malta não cresce

Mário Crespo, João Duque, Nuno Crato e Maria de Fátima Bonifácio.

A par ao ressurgimento da paranóia marxista, a razão do nosso atraso:

A desmontagem de mais uma marosca: Darwin

http://wattsupwiththat.com/2009/12/08/the-smoking-gun-at-darwin-zero/
They’ve just added a huge artificial totally imaginary trend to the last half of the raw data! Now it looks like the IPCC diagram in Figure 1, all right … but a six degree per century trend? And in the shape of a regular stepped pyramid climbing to heaven? What’s up with that?
But every time the data gets revised and homogenized, the trends keep increasing. Now GISS does their own adjustments. However, as they keep telling us, they get the same answer as GHCN gets … which makes their numbers suspicious as well.

Parabéns


Chama-se a isto promover a igualdade?

Se calhar ainda é novidade ...

Alberto Gonçalves no DN. (Via Eco-Tretas)
Se calhar não é novidade a história dos e-mails roubados à Universidade de East Anglia. A instituição em causa possui um importante centro de estudos climatológicos e a correspondência em causa, trocada ao longo de duas décadas entre proeminentes cientistas do ramo, revelou que, além de tentarem destruir a reputação de colegas discordantes e bloquear a publicação dos respectivos trabalhos, os cientistas distorcem, escondem, esquecem e aldrabam informação alusiva às mudanças climáticas. E tudo isto para "demonstrar" que as ditas mudanças seguem o sentido do "aquecimento global" e que este se deve à acção do homem.

Se calhar, para muitos a história é mesmo novidade. Embora, no mínimo, os e-mails insinuem a forte possibilidade de a lengalenga em volta do clima constituir uma desmesurada fraude, a verdade é que os "media" não lhes têm dedicado um milésimo da atenção merecida, por exemplo, pelo "documentário" de Al Gore, um projecto com o rigor científico de Marte Ataca!. Os media nacionais, então, não dedicam aos e-mails atenção nenhuma, enquanto Marte Ataca!, perdão, Uma Verdade Inconveniente continua em exibição nas escolas a título de evangelho.

Claro que a indiferença com que a imprensa procura enterrar o escândalo é compreensível: deve ser embaraçoso admitir um logro que se divulga há anos. Aliás, se formos justos compreendemos a indiferença de todos, incluindo da comunidade científica "oficial", que arrisca perder os abundantes financiamentos, e da classe política, que apanhada algures no meio dos negócios e da histeria ergueu o "aquecimento global" a centro da sua retórica. A partir de determinada aceleração, o avião não pode interromper a descolagem. Principalmente se o avião levanta rumo à Dinamarca, onde decorrerá a Cimeira de Copenhaga.

Para um evento devotado à influência do homem no clima, de facto não conviria à Cimeira admitir a forte suspeita de que tal influência é nula ou quase. A solução passa por fingir o oposto e prosseguir os trabalhos na presunção de que o mundo, o autêntico e não o do catastrofismo ambiental, está à beira do fim. Assim, durante os próximos dias, sumidades e estadistas vários arriscam discutir de cara séria uma calamidade imaginária, mais ou menos como se o planeta se mobilizasse para inventariar os estragos dos marcianos, enfrentar a ameaça dos marcianos e impor medidas ruinosas a pretexto dos marcianos. Até prova em contrário, os marcianos não existem. Além de perigosa, a Cimeira de Copenhaga será hilariante.

Hide the decline

Porquê?
Como?

segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Os semáforos



Lord Monckton aponta alguns trafulhas e respectivas trafulhices:

Estúpidos militantes puxando a brasa à sua sardinha

Até aqui os "negacionistas" eram pagos pelas petrolíferas, as mesmíssimas petrolíferas a quem o gang do "aquecimento global" abordou para extorsão de uns milhões.

Agora:
UN officials have likened the theft of e-mails from university climate researchers to the Watergate scandal, after claiming computer hackers were probably paid by people intent on undermining the Copenhagen summit.
... foram os hackers também pagos por uns tenebrosos sabotadores ... e coisa e tal.

Entretanto vou investigar quem são os as empresas "parceiras" da Cimeira de Copenhaga para ver se há 'coincidências'. A Siemens já eu vi que está lá e é citada nos e-mails.

Párem de respirar porque me envenenam

A concentração de CO2 na atmosfera, ao ar livre é, de momento, de cerca de 0.04%. Os idiotas de serviço dizem que subiu 50% nos últimos 50 anos.

No local onde me encontro a concentração é 1000% da concentração ao ar livre (10x mais) e as plantas ornamentais crescem a olhos vistos.

Chiça. Está tudo contra os militantes do "aquecimento global".

COMO CASCAR NA SUA MULHER...


Neste vídeo podemos agora ver o marido da senhora do post anterior no seu trabalho, liderando uma discussão na tv – não sobre aquecimento global, ele tem a.c. nos estúdios e tem mais que fazer - sobre como se deve cascar nas nossas mulheres respeitando os ensinamentos de Maomé. No mesmo momento - ver post anterior - a sua esposa sofre em casa porque o a.c. deixou de funcionar e o técnico tem que vir de Inglaterra… E é evidente que o técnico só poderá entrar em casa quando o marido estiver presente, e ele está com a agenda bastante preenchida.



MAIS PUTAS?


Atenção! Isto não é nenhuma puta!

Trata-se simplesmente de uma mulher árabe vítima do aquecimento global e que por acaso tinha a webcam ligada.




Porque apesar deste blog bombardear os leitores com desmentidos diários sobre o aquecimento global, a prova do contrário é muito simplesmente dada neste vídeo por esta mulher saudita, que apesar de todas as restrições corânicas e correndo o risco de ser decapitada, logo que o marido parte para o seu emprego começa espontaneamente a despir-se em casa…

domingo, 6 de Dezembro de 2009

As putas da RTP (2)

"A RTP vai receber no próximo ano cerca de 143 milhões de euros do Estado. O valor refere-se à indemnização compensatória que a estação de televisão tem direito a receber pela prestação de serviço público.

A televisão pública é, por regra, a empresa que mais recebe do bolo de indemnizações compensatórias atribuído pelo Estado. Este ano, o total das indemnizações atinge 457,4 milhões de euros."

As putas da RTP

A RTP acabou de emitir mais uma orgia de propaganda alarmista à volta da Cimeira de Copenhaga.

Todo o tipo de propaganda foi emitida todos os fretes foram feitos.

O corolário e, de facto o mais importante do "trabalho jornalístico", foi a notícia de que as putas de Copenhaga tinham decidido trabalhar à borla.

Parafraseando Andrew Watson, em qualquer dos casos, assholes.

A beata-mor baldou-se ao beija-mão Copenhaga

Assim se percebe, pelo menos em termos relativos, onde há liberdade de imprensa e democracia.

Da terra onde a democracia ainda vai conseguir ir funcionando:



Alguém consegue imaginar um dos nossos deputados falando desta forma?

Como se desvanece a comunicação social tradicional

Sindicato dos Jornalistas e respectivo conselho-de-qualquer-coisa-rebéubéu-deontologia, Alta Autoridade para a Comunicação Social, etc, tudo dorme. A AACS, naturalmente, é um veículo de entorpecimento. Mas diz que não.

Entretanto,

The Battle of Climategate is over. The Battle for the Internet has begun.

Is this the beginning of the end of big media? I kicked my heels on the way to work today, felt a zing of joy in the crisp winter air. Blogistan kicked some arse this week – MSM; yooor boys took one hell of a beating!

Climategate of course. The story that big media and government tried to kill with censorship, obscurity, inaction and faint, misleading one para stores. But the blogosphere simply would not let it die. More than that, the superb range of analysis poured into the subject by bloggers and commenters developed and expanded the story in such a way that finally, even the miserable wretches at the BBC couldn’t ignore it. Statisticians, developers, climatologists, scientists of every hue – every little piece of Climategate was picked over, deconstructed, reconstructed, scenarioed. No media organisation on earth could have thrown the resources at this story that the distributed blogosphere did – this was true disintermediation, true people journalism, true – dare I say it – people science. Faced with daily revelations and utterly incontrovertible assertions that hit the CRU hard (the fine toothed analysis of harry_read_me.txt being the nail in the coffin) big media finally had to act. Last night, the waters broke.

Newsnight’s Susan Watts finally ran with the killer blow – the model was scrap. That crucifies CRU. CRU, sorry, but you’re all out of a job. Oh maybe not today, maybe not tomorrow, but you’re the sacrificial lambs in this; didn’t you know? To save AGW, one leg of the beast – the exposed fraudulent leg – has to be hacked off. I can see the narrative: “Yes, there was over-egging, good scientists swayed by their convictions. We regret this, but the other models, the NASA models especially, are sound”. So you lot are dead meat. Prof Jones will be lucky to get a post at the University of Wallamaloo. What you guys should be doing now is whistleblowing enough to stop traffic. Hell, you’re going down – why not take the others with you?

But off the *content*, and onto the *medium*; wow. Great job fellers. Bishop Hill, Steve Mac, James Delingpole, the countless others, bloody well done.

But watch your backs.

We should all watch our backs. As I wrote before (here and elsewhere), when governments that depends for their very existence on their control of the narrative lose control of the narrative, they’re not going to be happy. This may have been the first global information battle, it is not the end of the information war. Give a little whoop. Kick your heels in the air. Then get back to work. This is not over.

BOORAH!

Bis (a pedido do Range-o-Dente)





sábado, 5 de Dezembro de 2009

Obama, o submetido


Em resistir.info pode ler-se:

Não levou muito tempo para o lobby de Israel submeter o presidente Obama quanto à sua proibição de novos colonatos israelenses na terra palestina ocupada. Obama descobriu que um mero presidente americano está sem poderes quando confrontado com o lobby de Israel e que aos Estados Unidos simplesmente não é permitido uma política para o Médio Oriente separada da de Israel.

Um Trio Desalinhado

A Suiça, uma espinha cravada na aristocracia europeia – a antiga e a nova – ganhou visibilidade com a rejeição em referendo da construção em espaço público de símbolos de submissão da sociedade ao islamo-fascismo.

Quem não é socialista (nacional ou internacional), quem não nasceu para servir poderes aristocráticos e quem não é islamo-submisso (passe a redundância) congratula-se com o facto de a Suiça ter ganho notoriedade no lugar que sempre ocupou.

Fica aqui uma imagem comemorativa da ocasião, oferta do FI.

O assassino princípio da precaução

Só a cerimónia de abertura já vai deixar a esquerdalha irritada.

A gravação foi feita em 2007, dois dias antes do tribunal inglês ter sentenciado o filme de propaganda de Al Gore 'Uma Verdade Inconveniente' como contendo múltiplas falsidades. Lord Christopher Monckton (visconde?) explica porque deveria o IPCC ter sido extinto há muito.


Ainda neste intervalo: Natalie Dessay e Mozart

Mensagem ao Provedor do Espectador da RTP


Caro Provedor do Espectador,

É difícil perceber porque continua a comunicação social do estado a dar cobertura a actividades que de há muito se tinha percebido serem um embuste. Percebe-se que a RTP goste de se entreter com "peças jornalísticas" sobre assuntos de faca e alguidar. Ocupa o espaço de informação que deveria dedicar a assuntos que atingem a globalidade, neste caso, dos seres humanos, sobre os quais pendia, via Copenhaga, a paranóia de os fazer regressar à idade da pedra dizimando os que ainda lá se encontravam.

Talvez não fosse má ideia que o jornalismo da RTP se assumissem como ser de coluna vertebral e não como verme rastejando aos desígnios de Al Gore e do neo-marxismo que por via do domínio de tudo quanto é instituição supostamente "preocupada com os destinos do planeta" apenas pretende demolir todo o mundo civilizado.

O ignorar do estado a que as coisas chegaram torna difícil manter a conversa ao nível do delicodoce.

A RTP sempre objectivamente fez parte do eixo de propaganda do alarmismo climático e a confirmação foi dada pelo atraso no acompanhamento atempado do caso ClimateGate. Já lá vão mais de 15 dias.

RoD

http://www.weeklystandard.com/Content/Public/Articles/000/000/017/300ubchn.asp

[transcrito o artigo acima]

RTP: It Wont Go Away, So Report It!

Vai ser preciso que se faça isto à RTP, à SIC e a TVI para que se deixem de ser correias de transmissão do gang do IPCC?

Climategate: como aplicar uma correcção MUITO ARTIFICIAL ao declínio

Este pedaço de código, com comentários semi-traduzidos por mim, é uma maravilha. Ainda não se sabe onde foi usado ou sequer se foi usado. Mas que o títudo é sugestivíssimo, é. Deve estar relacionado com "value added data": dados de valor acrescentado.

O CRU destruiu ou deitou fora os dados (originais) que estivarem na origem dos seus 'trabalhos' tendo apenas ficado dados já mastigados. Será a rotina que se segue uma das dentaduras que lhes acrescentaram "valor"? Não perca as cenas dos próximos episódios.

Voltemos ao tema quente:
1) ;
2) ; Apply a VERY ARTIFICAL correction for decline!!
3) ;
4) yrloc=[1400,findgen(19)*5.+1904]
5) valadj=[0.,0.,0.,0.,0.,-0.1,-0.25,-0.3,0.,-0.1,0.3,0.8,1.2,1.7,2.5,2.6,2.6,2.6,2.6,2.6]*0.75 ; fudge factor
6) if n_elements(yrloc) ne n_elements(valadj) then message,'Oooops!'
7)
8) yearlyadj=interpol(valadj,yrloc,timey)
As linhas de 1 a 3 contêm comentários (a numeração de linha foi acrescentada por mim).

Bocas da reacção referem frequentemente que a maioria dos trabalhos apresentados pelas sumidades universitárias são feitos pelos alunos. Se a rapaziada se portar bem verá o seu nome aparecer algures, nas letrinhas miudinhas do 'paper'.

Pois a notita 'MUITO ARTIFICIAL" (very artificial) cheira-me a contra-canalhice. Será o wistle blower?

Continuando, na linha 4 yrloc é uma tabela de 2o elementos contendo 1400 e 19 anos entre 1904 e 1994 em incrementos de 5 anos:

yrloc = [1400, 1904, 1909, 1914, 1919, 1924, 1929, ... , 1964, 1969, 1974, 1979, 1984, 1989, 1994]

A função findgen() cria uma tabela de 19 valores em vírgula flutuante:

Na linha 5, malha "factor de disparate" como o arrogante programador gosta de lhe chamar, estão as fundações da manipulação das leituras de temperatura. Contém 20 valores a modos que aleatórios. Já cá voltaremos

Na linha 6, não vá o diabo tecê-las, verifica-se se yrloc tem o mesmo número de atributos que valadj.

Na linha 8 há magia. Lembram-se da tabela de leituras de tempeatura válidas? E lembram-se da tabela de números aleatórios da linha 2? Bom, as duas tabelas são então interpoladas.

A função interpol() pega em elementos de ambas as tabelas e "adivinha" aos pontos intermédios, de forma a criar um efeito de alisamento dos dados. Esta técnica é frequentemente usada quando se trata de processar pontos de dados simples, mas não deste estilo.

A principal coisa aqui a perceber é que a função interpol() fará com que as temperaturas válidas (yrloc) serão desviadas em direcção aos valores valadj.

E o resultado é .. táááá táááá


Imagine-se agora, apenas como exercício, que o método acima foi aplicado aos resultados abaixo.


Last, but not least, há que fazer notar ao Sérgio Pinto que este "trabalho" é muito capaz de vir a ser considerado como "de especialistas de universidades conceituadas", coisa que ele não se cansa de reclamar que o Fiel-Inimigo apresente. Stay tuned.

ClimateGate - Cheira a enxofre

Não deixa de ter graça saber que os gangsters do IPCC que acusavam todos os "negacionistas" de estarem a soldo das pérfidas petrolíferas procuravam o soldo das ditas para financiarem a sua criminosa actividade.

sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Dos revoltados da sociedade

Aprender com os velhos

Maria, não vás com as outras ou diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.


James Corbett

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Aqui, Michael Mann (pouco depois dos 18 minutos). Vale a pena ouvir Mann e a conversa que se segue.

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Um excelente exemplo de como se usa 10% de verdade para embrulhar mentira a 90%.



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O que neste blog foi dito durante anos.

quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

O voluntário



Entretanto, no Google:

Climate Change - 21 100 000
Climategate - 25 000 000

[corrigi Climategate de 251 000 000 para 25 000 000 porque deveria ser bug. A contagem que apareceu, naquele momento foi de facto 251 000 000]

Sobre a tolerância

Uma pessoa tolerante tem o direito de ser intolerante apenas quando acreditar, sincera e fundamentadamente, que essa intolerância é fundamental para a sua segurança, ou a dos que representa ou tutela.
É uma questão de justiça e dever. Não se é justo quando se assiste passivamente à destruição dos fundamentos da própria existência.
Veja-se o caso do islamismo.
O islamismo é entendido por muitos como uma inequívoca ameaça existencial para o nosso modo de vida, uma vez que visa expressa, declarada e explicitamente, destruir uma civilização vista como “decadente” e satânica.
Os actos observáveis corroboram esta intenção.
Face a isto, a renúncia de alguém a proteger-se, apenas beneficia os intolerantes.
Neste caso os tolerantes têm o direito (e o dever) de dominar os intolerantes, porque estes, por palavras e actos, representam um perigo que pode ser honestamente visto como claro e inequívoco.

Pelo contrário, se do discurso de pessoas ou grupos intolerante, não resultar ameaça objectiva, então os tolerantes não podem suprimir esse discurso.

Assim sendo, devem-se tolerar os gays, os anti-gays, os islamófobos, os islamófilos, os anti-semitas e anti-”sionistas”, os fascistas e os comunistas,os sportinguistas, os gajos do BE, etc, etc, até ao ponto em que o exercício da sua liberdade de pregar a intolerância, não provoque uma ameaça credível para para os alvos da sua animosidade.

Se isso acontecer, ou se houver indícios claros de que está prestes a acontecer, a sua liberdade pode e deve ser restringida e os tolerantes têm o dever e o direito de praticar a intolerância.

Lucidez

Um artigo absolutamente notável escrito por Henrique Neto (empresário, membro do Partido Socialista) publicado no 'Jornal de Leiria' (aqui, p.16) a fazer acreditar que ainda há lucidez no manicómio, por mais que a insanidade mental seja (efetivamente, é) transmissível.

Para além do link, fica aqui um pequeno trecho:

"Com o clima de corrupção generalizada existente, com os métodos usados na revisão dos preços, com os objectivos anunciados e com as prioridades conhecidas do Governo a serem a EDP, a PT, a Mota Engil, a Ongoing, Joaquim de Oliveira, a Martifer, a Sá Couto e quejandos, é fácil de ver para onde irão os milhares de milhões de euros de investimentos públicos previstos. Para mais, tratando-se de financiamentos da Caixa Geral de Depósitos, do BCP, do Banco Espírito Santo e outros, recursos que são retirados ao investimento privado, nomeadamente exportador, esse sim necessário para criar empregos e para evitar o fecho de muitas empresas. Ou seja, a grande prioridade de José Sócrates não são os postos de trabalho, mas a ajuda às empresas do regime e o controlo dos meios de comunicação para que os portugueses não se apercebam disso. O que o ministro das Finanças fará em relação a isso está para se ver. Pessoalmente, espero que esteja à altura do que faria Sousa Franco em idênticas circunstâncias."

ClimateGate: o armagedão do "Global Warming" e do "Climate Change"

Buscas no Google (neste momento):

Global Warming - 10 500 000
Climate Change - 21 500 000
ClimateGate - 21 600 000





Ahhhh. Já me esquecia. Só faltava aparecer agora o Sérgio Pinto reclamando que apontasse estudos de universidades conceituadas que confirmassem o que afirmo: que o IPCC é um gang.

quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Jornal de Letras, Artes e Ideias


... ou o mais alto expoente em cretinice.

Nem mesmo o cataclismo que se abateu sobre o gang do IPCC aplaca os seus acólitos.

Nós, cretinos

A Comunidade Europeia, com Portugal à cabeça, consegue fazer sempre papel de cretina.
Add this to the United State’s Senate failure to even address the cap and trade issue, and it appears that carbon trading is losing the financial and political luster it once had. Now Australia’s ETS scheme is delayed in their senate with little hope of revival.
...
KEVIN Rudd [Austrália] has lost his bid to deliver an emissions trading scheme in Australia before talks in Copenhagen but won an early election trigger after the Senate formally rejected the laws again today.
Estava a esquecer-me desta:
From: Phil Jones, 2/2/2005 09:41 AM
The two MMs have been after the CRU station data for years. If they ever hear there is a Freedom of Information Act now in the UK, I think I'll delete the file rather than send to anyone.

Ora, saiu ontem no Sunday Times a admissão pela parte da Universidade de East Anglia, onde trabalha o tal Phil Jones, de que os dados de base que servem para o cálculo das temperaturas mundiais, foram efectivamente enviados para o lixo. Tal significa que ficaram apenas os dados tratados (leia-se manipulados), tornando impossível que outros cientistas possam confirmar a suposta subida de temperaturas nos últimos 150 anos.

Aparentemente, a desculpa é a de que os dados originais, em papel e banda magnética, foram deitados fora quando a CRU mudou para instalações novas! Dadas as manipulações já detectadas, e as ameaças explícitas nos emails, como podemos confiar neste gang do Climategate?
E toda esta história não se encaixa nas atribuições do TPI?

Enquanto não volto



terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

Primeiro Primeiro de Dezembro

No Blasfémias:

Primeiro de Dezembro. Entra hoje em vigor o Tratado de Lisboa. No mesmo dia em que se comemora a Restauração da Independência Nacional, os governantes portugueses alienam o poder democrático de que estão mandatados em nome do povo português. Cedem-no a um directório em Bruxelas, que não dispõe de qualquer legitimidade democrática. Esta nova União Europeia não é mais do que uma adaptação pós moderna da ex União Soviética. E o Tratado de Lisboa está para Bruxelas como as cortes de Tomar, em 1581, estavam para Espanha: momentos históricos de subjugação e vergonha.

Caro Paulo Morais, não é o último, é o primeiro.

Exmo Sr Presidente da República de Portugal

Exmo Sr Presidente da República de Portugal

Tendo presente a superior postura que Vossa Excelência exerceu face à desconchavada tentativa de redesenhar a Constituição (sem o correspondente processo de revisão) encetado pelo Governo de Portugal relativamente ao Estatuto dos Açores, venho reclamar que Vossa Excelência aborde em idêntica qualidade o escândalo ClimateGate tão bem aqui explicado pelo Prof. José Delgado Domingos.

A Cimeira de Copenhaga é um embuste construído sobre o maior logro da história da ciência e urge que passos sejam dados para derrubar mais este muro que põe em causa a prosperidade não só da civilização de que fazemos parte como da generalidade dos povos de todo o mundo.

Convido ainda Vossa Excelência a ler este excelente artigo escrito do outro lado do Atlântico pelo Engenheiro Mário de Carvalho Fontes Neto que retracta as origens e posterior assalto e apropriação dos mais diversos campos da ciência, particularmente da climatologia.

Actualização:
Lord Monckton’s summary of Climategate and its issues

.

E em Portugal, não há implicados?

- Enviar quem provocou milhões de mortos e esfaimados ao Tribunal Penal Internacional

- O governo ditatorial mundial

- "A bunch of little Hitlers"

- Se forçarmos os ricos a serem mais pobres, forçamos os pobres a serem ainda mais pobres

- As semelhanças entre o comunismo e o tratado a assinar e Copenhaga são demasiadas e demasiado parecidas

- O partido da liberdade

- Há, entre os alarmistas, cheirete a desespero

- Soviéticos financiaram os sindicatos dos mineiros para minar o governo de Thatcher. Os deserdados de então tomaram os movimentos ambientalistas de assalto para destruir, partindo do interior, a economia do ocidente.

segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

O escândalo do 'Climategate' e a Conferência de Copenhaga










No Mitos Climáticos,

Finalmente, um meio de comunicação social português de nível respeitável dedicou atenção ao Climategate.

RECIPROCIDADE RELIGIOSA...

A questão dos minaretes vista pelo jornalista ANDERS WELLEBEEKE, que não me parece ser um perigoso islamófobo…



A proibição dos minaretes é justa ou não?

No Domingo passado os suíços votaram a proibição dos minaretes. Muitos europeus seguiram o referendo, que se assemelha bastante a uma confrontação directa entre o Ocidente e o Islão. Uma pequena Clash of Civilizations.

A campanha para a proibição, conduzida pelo partido de direita Volkspartei, foi dura. Ao longo das estradas foram colocados enormes cartazes com minaretes que tapam a visão da bandeira suíça – entre os minaretes uma mulher vestida de burka.

Os socialistas suíços, furiosos contra esta campanha, consideram-na xenófoba. O patronato está preocupado com a exportação dos seus produtos. Antevêem uma situação idêntica à da Dinamarca: boicotes comerciais.

Mas o campo do SIM tem o apoio das femininistas. Que consideram os minaretes símbolos de ‘dominância machista’. Parece que este argumento foi bastante receptivo para muitas mulheres. Que já perceberam que não podem esperar grande coisa do Islão.

A essência da questão, SIM ou NÃO à colocação de minaretes, não é fácil de responder. O SIM ou o NÃO dependem da interpretação do próprio Islão – é o Islão uma religião ou um regime político?

No primeiro caso os muçulmanos poderiam perfeitamente apoiar-se no direito de liberdade religiosa para a construção de templos religiosos. E neste caso a proibição de minaretes seria anti-democrática.

Mas para quem considera o Islão uma doutrina política o SIM é evidente. Porque razão conceder a uma doutrina, que é adversa à democracia e ao sistema jurídico vigente (com a sua sharia), o direito de colocar os seus símbolos? O comunismo durante o período da Guerra Fria tão pouco tinha esse direito?

Também eu fiquei durante bastante tempo indeciso sobre este assunto. O Islão além de aspirações religiosas tem também aspirações políticas, e este último aspecto forma um perigo eminente para a existência das nossas sociedades, nomeadamente para o nosso modo de vida ocidental e para as nossas instituições democráticas. Visto isto inclino-me para o SIM.

Mas mesmo assim é possível dizer algo em prol de um voto no NÃO. Se os muçulmanos não subscreveram as aspirações políticas do Islão e, à maneira ocidental, limitarem as suas práticas religiosas à esfera privada, podem perfeitamente fazer um apelo à liberdade religiosa.

No entanto, é necessário formular aqui uma importante reserva. É preciso que os muçulmanos não interpretem liberdade religiosa de forma unilateral. A liberdade religiosa não é apenas válida para eles, também é para os não-muçulmanos. Porque se a coisa não funcionar para os dois lados, também o Islão (não-político) é uma bomba que pode fazer explodir o nosso sistema pluralista.

E precisamente este conceito, de reciprocidade religiosa, que parece não existir no mundo muçulmano. Na Arábia-Saudita é proibido pregar o cristianismo. No Egipto os Coptas (cristãos ortodoxos do Egipto) sofreram razias anti-cristãs durante o referendo suíço. É mais que claro: reciprocidade religiosa é no mundo islâmico inexistente. Será que os muçulmanos ocidentais são muito diferentes? Esta é a questão que muitos ocidentais se colocam.

Tendo em conta todas estas coisas não nos resta outra alternativa senão apoiar o voto SIM - proibição dos minaretes.

O melhor seria instituir um moratório à liberdade religiosa para o Islão. Esta liberdade devia ser protelada até ser claro que o Islão abraçou este princípio (reciprocidade religiosa) e que o implementou de forma convincente na prática. Isso significa autorização da construção de igrejas na Turquia e na Arábia-Saudita e a emancipação dos Coptas no Egipto.

Nos últimos anos a elite progressista da Europa vem especulando bastante sobre a aparição de um Islão europeu ou ocidental. Mas devido à influência dos meios modernos de informação e da constante imigração em massa isto parece-me impossível sem mudanças fundamentais no seio do mundo islâmico. Um moratório ocidental à liberdade religiosa do Islão seria um dos poucos meios existentes para pressionar o mundo islâmico.

A proibição dos minaretes, por muito que custe ao nosso carácter liberal, parece-me lógica e necessária.

Mais uma achega

Logos Climategate

Algumas propostas para logo ClimateGate.

http://i238.photobucket.com/albums/ff272/danzaroni/Climategate_logo.png
http://astuteblogger.blogspot.com/2009/11/climategate-logo-take-it.html
http://photoshare.shaw.ca/image/2/d/8/63987/climategatelogo500-0.jpg
http://i48.tinypic.com/1rdqbm.jpg
http://www.thora-comp.de/Foren/Climategate/HideDecline.jpg
http://i49.tinypic.com/11llny0.jpg
http://taba.smugmug.com/photos/727052741_VbjzJ-O.jpg
http://i238.photobucket.com/albums/ff272/danzaroni/inonvenient.jpg
http://i48.tinypic.com/vq2jhl.jpg

Outras vão chegando aqui.

Difamação da religião

Salman Rushdie, Van Gogh, Hirsi Ali, Redeker, o cartoonista e editor do famoso Jyland-Posten , etc, foram são, serão, alvos da jihad, por terem ousado criticar o Islão, ou certos aspectos do Islão.

Há alguns anos, os aiatolas iranianos cunharam a palavra “islamofobia” para deslegitimar todos os que criticam o islamismo.

No passado dia 12 de Novembro, um comité da Assembleia Geral das Nações Unidas, aprovou uma resolução patrocinada pela Organização da Conferência Islâmica, que visa “combater a difamação da religião”.

Estratégias diferentes, o mesmo objectivo: impedir a discussão do islamismo.

Está a resultar. A autocensura espalha-se como uma mancha de gordura, motivada pelo “respeito”, eufemismo para “medo”.

Os limites do absurdo foram ultrapassados na Universidade de Yale, cuja direcção proibiu há dias a reprodução das caricaturas dinamarquesas, num livro “The Cartoons That Shook the World” cujo objecto é justamente o estudo dessas caricaturas.

Mais ou menos como proibir fotografias do galo de Barcelos, num livro intitulado "O Galo de Barcelos"

Mas a estratégia insidiosa da OIC, de alterar a lei internacional para proteger o islamismo, é muito mais preocupante.

Todos os anos, rotineiramente, o Conselho das NU para os Direitos Humanos, vem aprovando a mesma resolução sobre a “difamação da religião”. São resoluções não vinculativas, e a última, datada de Março deste ano, estabelecia que “ a difamação da religião é uma séria afronta à dignidade humana”.

Como se sabe, o costume é uma das fontes principais do direito internacional, e aos poucos esta água mole vai sendo interiorizada.

Mas a OIC quer ir mais depressa. Em Genebra vai promover, ainda este ano, a adopção de uma provisão legal que obrigue os estados membros a proibir o criticismo da religião. Na carta explicativa a OIC mostrou ao que vinha: estabelecer que os direitos humanos não são intrínsecos do indivíduo, e equiparar a religião a um direito humano, de modo criminalizar a crítica ao Islão.

Para quem não reparou ainda, a inversão é total: proteger a religião dos indivíduos que a criticam, em vez de proteger os indivíduos de dogmas religiosos que os possam oprimir.

Alguns países ocidentais, nos quais a liberdade de expressão é um principio fundador, em vez de se oporem de forma determinada, negoceiam e tergisversam, presos do complexo de culpa, com receio de ofender a sensibilidade dos países muçulmanos.

Os EUA obâmicos são o mais recente caso de cedência, ao coautorar, com o Egipto, uma resolução (no mês passado) sobre a liberdade de expressão, em que se condenam “ os esterótipos negativos sobre as religiões”.

Parece linguagem inócua e florbélica, mas não é. A OIC precisou que os tais “estereótipos negativos são sinónimo de difamação de religião e xenofobia”. Ora isto já não é apenas linguagem abstracta, vai directamente aos indivíduos, que podem ser perseguidos criminalmente. Obama coloca assim o peso dos EUA na legitimação da repressão de egípcios como o bloguer Kareem, preso por “insultar o Islão”, quando criticou a intolerância religiosa islâmica.

A questão que se coloca é clara e iniludível: quando se protegem os direitos de uma abstração, como a religião, quem fala em nome dela? Quem é que sente a ofensa? O aiatola? O Rei de Marrocos? O Rei da Arábia Saudita?

O xeque Munir pode processar-me por "difamar" a sua religião?

domingo, 29 de Novembro de 2009

Do idiota-útil norte-americano


Começou o backlash

Tudo parece indicar (as últimas projecções para aí apontam) que os suíços acabam de aprovar em referendo, a proibição de construção de minaretes em território suíço.
O governo, assustado pelas ameaças muçulmanas de represálias económicas, fez campanha contra a proibição, bem como a bempensância habitual.
Apesar da massiva campanha, o povo suíço demonstrou que os tem no sítio e que entende o que está em causa.

É pena que a ideologia politicamente correcta que vai corroendo o nosso tempo, impeça a maioria dos políticos europeus de encarar de frente a questão da ameaça islâmica que ensombra o continente, deixando que uma causa intrinsecamente justa e vital, seja catalogada de "xenófoba".
Não é.
A questão islâmica é uma ameaça existencial à nossa civilização, ao nosso modo de vida e aos nossos valores.
Um responsável islâmico suiço veio queixar-se de que os "muçulmanos já não se sentem seguros aqui", o que é música para os meus ouvidos.
Oxalá ( inchallah) não se sintam aqui seguros e não se sintam aqui bem. Vieram para cá por caridade, demos-lhe tudo o que nunca tiveram, e de repente reparamos e vêmo-los instalados no nosso sofá, de telecomando na mão, a ditar o que devemos ver, dizer ou pensar, a fazer explodir o bar e a condenar a roupa que as nossas filhas usam.
Nos próximos dias os países muçulmanos, principalmente a Organização da Conferência Islâmica, vão berrar, vão ameaçar, vão entrar em histeria. É o que sempre têm feito, com excelentes resultados.
As ONG habituais vão protestar, organismos da ONU vão condenar, a esquerda europeia vai estrebuchar, mas isto iria acontecer mais tarde ou mais cedo.
Espero ver aqui um início de uma reacção generalizada.